quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Estresse e ansiedade


Estresse, ansiedade e afins... Problemas básicos provenientes do nosso dia a dia.

Sensações e sentimentos desagradáveis, desoladores e mal vindos...

Então, nada melhor do que afugentar para longe todos os sentimentos desagradáveis!

Tchau (português)

Adiós (Espanhol))

Tschüs (Alemão)

Slán (Irlandês)

Goodbye (Inglês)

Au revoir (Frances))

Afskeid (Afrikaner)

Sayonara (Japonês)


sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Quem eu amo


Quem eu amo não é segredo!
Quem eu amo me abraça e me enlaça...
Quem eu amo tem a textura da pele aveludada...
Quem eu amo tem odor de cigarro nas mãos...
Quem eu amo tem brilho no olhar.
Quem eu amo é adocicado como o mel!
Quem eu amo tem carinho no timbre da sua voz...
Quem eu amo tem comportamento gentil...
Quem eu amo tem boa índole...
Quem eu amo emana alegria.
Quem eu amo é guerreiro!
Quem eu amo...
Quem eu admiro...
Quem eu respeito...
Tem força de caráter.
Quem eu amo é companheiro!
Quem eu amo é bom amigo...
Quem eu amo é generoso...
Quem eu amo é um "ser humano" lindo.

Quase

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.

É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.

Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.

O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas que ele mesmo diz ser de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005 do jornal O Globo)

Para se roubar um coração

Para se roubar um coração, é preciso que seja com muita habilidade, tem que ser vagarosamente, disfarçadamente, não se chega com ímpeto,
não se alcança o coração de alguém com pressa.
Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado.
Não se pode deixar que percebam que ele será roubado, na verdade, teremos que furtá-lo, docemente.
Conquistar um coração de verdade dá trabalho,
requer paciência, é como se fosse tecer uma colcha de retalhos, aplicar uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criança.
É necessário que seja com destreza, com vontade, com encanto, carinho e sinceridade.
Para se conquistar um coração definitivamente
tem que ter garra e esperteza, mas não falo dessa esperteza que todos conhecem, falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada na alma em todos os momentos.
Quando se deseja realmente conquistar um coração, é preciso que antes já tenhamos conseguido conquistar o nosso, é preciso que ele já tenha sido explorado nos mínimos detalhes,
que já se tenha conseguido conhecer cada cantinho, entender cada espaço preenchido e aceitar cada espaço vago.
...e então, quando finalmente esse coração for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele,
vai existir uma parte de alguém que seguirá conosco.
Uma metade de alguém que será guiada por nós
e o nosso coração passará a bater por conta desse outro coração.
Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com certeza haverá instantes, milhares de instantes de alegria.
Baterá descompassado muitas vezes e sabe por que?
Faltará a metade dele que ainda não está junto de nós.
Até que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse coração chamará a sua outra parte e alguém por vontade própria, sem que precisemos roubá-la ou furtá-la nos entregará a metade que faltava.
... e é assim que se rouba um coração, fácil não?
Pois é, nós só precisaremos roubar uma metade,
a outra virá na nossa mão e ficará detectado um roubo então!
E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar alguém... é simples...
é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração, afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse grande amor repartirá o dele com você.

Luís Fernando Veríssimo

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Minha indiferença me sufoca

Observo atentamente a tudo e a todos, porem não consigo formular uma misera crítica.
O desinteresse me faz bocejar...Tudo soa igual,a mesma ausência de brilho e originalidade.
Meu estado atual é de apatia,nega-lo é sufocante ... Sou injusta e mal agradecida.
Resta-me sentar e esperar passar para que eu possa aproveitar os meus dias de férias continuas...

sábado, 2 de janeiro de 2010

Dia de domingo

Vivo em um eterno dia de domingo, em que absolutamente nada na TV (tenho horror aos programas do Silvio Santos e do Fausto Silva, aff) prende a minha atenção, em que o jornal parece longo demais e a revista muito grossa para que eu me interesse em começar a ler, e fico o dia inteiro no MSN (invisível) afirmando que daqui a pouco eu tenho de sair para isso ou por aquilo e nunca saio. Acordo tarde e vou dormir tarde (eu e a amiga insônia) e nas horas restantes permaneço vagando pelos cômodos da casa, trajando pijamas. Fazer a cama tornou-se desnecessário uma vez que sequer saio dela. Procuro inspiração em músicas e encaro a tela do PC o tempo todo. Ignoro a dor nos meus quartos por permanecer sentada incansavelmente, e bebo refrescos e mais refrescos ou de preferência “café”. Procuro discussões pelo puro prazer (e para irritar) em bater boca e para, depois, afirmar que eu nem me importava tanto assim. Ouço histórias de pessoas que diferente de quem aqui escreve têm uma vida normal, e me inspiro para escrever um livro que nunca vou escrever. Meus banhos são metódicos, quentes e demorados (me recriminem). Finjo não perceber o olhar desaprovador de terceiros e não entender as lisonjas...

Eu ainda estou no computador e que copos se acumulam ao meu lado. Reclamo um pouco por reclamar, e resmungo por habito.

Meus posts são cada vez mais tolos e minhas conversas, cada vez mais toscas... Evidências óbvias de que não tenho nada melhor para fazer do que atormentar a paciência de terceiros.

Eu voltei

Voltar ao blog é inevitável. Mas eu prefiro não listar os inúmeros motivos fúteis por deixá-lo abandonado, pois eu sempre volto.

Comecei com o blog por pura diversão (adoro uma novidade, e quem não gosta) e total ociosidade!

Por falta de neurônios, causo diversos transtornos, pois se torna difícil entender o que realmente eu tento dizer... Mas, eu continuo tentando, com espaços gigantescos entre as atualizações, atos, fatos e boatos inexplicáveis e alguns surtos mensais.

A vida social na blogosfera assemelha-se ao nosso cotidiano... Os seres humanos mudam e, mudando, você às vezes não os vê mais entre os seus... Você se modifica esporadicamente e por vezes inconscientemente, e torna-se igualmente indesejável.

Porem,quando a sua ausência torna-se grande, você é esquecido e/ou colocado de lado, igual no nosso cotidiano. Mas com a vantagem, que criar laços neste meio é dispensável.

Na blogosfera, é tudo descartável. Apagam-se seu passado ao apagar seus arquivos, seus podres. Você se recria apertando alguns botões, criando um novo layout, um novo nome. Você muda de ambiente, sentadinha, sem esforços (lei do mínimo esforço), e procura inspiração temporária nessas minúcias estéticas.

Nos últimos tempos apaguei alguns arquivos não somente por conta da necessidade de recriar-me, mas também por sentir que manter aqueles arquivos empoeirados me impedia de seguir em frente e de respirar melhor (rinite).

Adeus aos meus arquivos!

Boas-vindas aos novos dias!

Posso continuar com os espaços gigantescos entre as atualizações, ou ter uma vontade súbita de postar baboseiras, sem a mínima explicação decente... Posso não mudar quase nada no meu cotidiano (não posso assegurar nada a respeito do cabelo)... Assim como posso apagar outros arquivos... Mas a possibilidade de recomeçar é saborosa.