sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Livre do amor

Antes só, do que mal acompanhada!
É o ditado popular mais batido do mundo e faz sentido. 
Ser tolerante por causa de amor, compreensiva, fazer o possível para dar certo, nem sempre vale a pena. 
Eu faria tudo de novo, mas só porque preciso esgotar todas as possibilidades para não surtar, não porque eu acho que poderia dar certo de alguma outra forma. 
Os conselhos da minha mãe e das minhas amigas ecoam nos meus pensamentos, como um tipo de eu-te-avisei e eu concordo com a cabeça, fazer o que? Certas elas, burra eu! Sempre é tudo tão óbvio para o resto do mundo e me irrita esse tipo de estado patético de cegueira e total vulnerabilidade que o amor nos submete. 

Eu peço apenas que eu permaneça livre de qualquer amor ou quase isso,é um pedido desesperado e cansado, depois de tempos tão difíceis e tudo bagunçado por dentro. Acontece que, depois do amor, não dá para seguir em frente sem férias...
Então declaro, oficialmente, meu período de recesso emocional. Longo, eu espero!
Para respirar, me recompor, experimentar. Para me amar...
Eu não tenho forças e coragem para iniciar novas histórias...
Me dá calafrios toda vez que penso em me apaixonar!
Essas mulheres malucas de filme, que não deixam passar do segundo encontro para não criar nenhum tipo de vínculo, são espertas! Hoje é uma boa ideia...
Estou esperta ou louca também!

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